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No banco dos réus

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No banco dos réus


Ó povo, o Senhor já lhe declarou o que é bome o que ele requer de você… (v.8)

Referência: Miqueias 6:1-8

O profeta Miqueias tem uma mensagem contemporânea, contundente e absolutamente necessária. Sua mensagem está viva e deveria estar estampada nos jornais mais conceituados e mais lidos, nos corredores das câmaras de mandatos populares, nos tribunais de justiça e nos púlpitos evangélicos. Ele é levantado para denunciar os pecados de Jerusalém, a importante capital de Judá, denunciando os esquemas de corrupção no palácio, no poder judiciário e nos corredores do templo.

O resultado dessa união maldita foi uma implacável opressão aos pobres. Camponeses perderam as terras, as casas, as famílias e até mesmo a liberdade. Os tribunais eram ocupados por homens corruptos que, mancomunados com os ricos, vendiam sentenças por dinheiro e prostituíam sua santa vocação. Os reis governavam com sangue e violência. Nesse contexto terrível é que Miqueias profetiza o juízo de Deus sobre Judá, que seria levada para o cativeiro (Miqueias 4:10). Jerusalém seria entregue pelo próprio Deus nas mãos de seus inimigos.

Por causa das suas transgressões, o povo de Deus é levado ao tribunal, ao banco dos réus, a fim de receber julgamento perante o justo Juiz de toda a Terra. Deveriam se arrepender da ingratidão, da falta de justiça, da falta de reconhecimento acerca das bençãos alcançadas. O caminho para o perdão era o arrependimento, praticar a justiça e a misericórdia para com o próximo, andar humildemente diante de Deus, pois a Sua soberania sempre deixa espaço para a misericórdia.

O Senhor é um Justo Juiz e requer de nósvida plena de obediência.

Deus, abre os nossos ouvidos para ouvirmos a Tua voze para obedecermos aos Teus preceitos.

Autor: Cel QOPM Rômulo Henrique Araújo Costa — PMMA

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